quinta-feira, 3 de novembro de 2016

MÓVEL DAS AÇÕES HUMANAS






Comentários: questão 872 de “O Livro dos Espíritos / Allan Kardec

A questão do livre-arbítrio se resume:

O homem não é fatalmente levado ao mal; os atos que pratica não foram previamente determinados; as delinquências que comete não resultam de sentença do destino.

O livre arbítrio existe quando no estado espiritual no espaço (fora do mundo material), ao fazer a escolha da existência física carnal (escolher o tipo de provações) e, como encarnado como ser humano, no discernimento de ceder ou de resistir aos arrastamentos a que todos têm se submetido no curso da vida. Cabe à educação de cada um combater as más (nocivas) tendências.

Sem o livre-arbítrio o homem não teria nem culpa por praticar o mal, e nem tampouco mérito em praticar o bem.

Todos os Espíritos, mais ou menos bons, quando encarnados constituem a espécie humana. E como o nosso mundo Terra é um dos menos adiantados no contexto cósmico, nele se conta maior numero de Espíritos inferiores (com tendência a fazer coisas nocivas), do que bons (já integrados no bem). Tal a razão pela qual vemos na Terra tantas perversidades e injustiças. Empreendamos todos os esforços para melhorar o nível deste plano, e também para não voltarmos a este planeta com finalidade refazer provas após a presente estada por aqui, e para merecermos ir habitar em mundo melhor, onde a vida certamente é mais feliz.


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