sábado, 26 de novembro de 2016

INDULGENCIA





– Será reprovável que cobicemos a riqueza quando nos anime o desejo de fazer o bem?

Questão 902 de “O Livro dos Espíritos / Allan Kardec

Os Espíritos esclareceram:

Resp: Tal sentimento é louvável, não há dúvida, quando realmente puro. Mas, será sempre bastante desinteressado esse desejo? Não ocultará nenhum intuito de ordem pessoal? Não será fazer o bem a si mesmo em primeiro lugar, que cogita aquele em quem tal desejo se manifesta?

Questão 903Incorrerá em culpa a pessoa que fica repassando os defeitos alheios?

Resp: Incidirá em grande culpa se o fizer para criticar e divulgá-los, porque será faltar com a caridade. Se, porém, o fizer para tirar dai algum proveito a fim de restringir esses defeitos e evitá-los, tal pesquisa poderá ser-lhe de alguma utilidade. Importa, todavia, não esquecer que a indulgencia para com os defeitos de outrem é uma virtude prescrita na caridade. Antes de censurar as imperfeições dos outros, observai o que de vós mesmos poderão dizer os outros. Procurai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante, - eis o meio de se tornar melhor: Se lhe censuras a avareza, procurai exercitar a generosidade; se criticais o orgulhoso, esforçai-vos na modéstia e humildade; se reprochas o grosseiro, o mal-educado, buscai primeiramente ser brando; se recriminas mesquinho, buscai ser elevado em todas as vossas ações. Numa palavra, estudai de maneira também que se não vos possam aplicar estas palavras de Jesus: vês o argueiro no olho de teu irmão? E não consegues observar a trave que está no teu próprio olho! (Mateus 7. 3)

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